Viva o dia 25 de agosto, Dia do Soldado Brasileiro

“…É graças aos soldados, e não aos sacerdotes, que podemos ter a religião que desejamos. É graças aos soldados, e não aos jornalistas, que temos liberdade de imprensa. É graças aos soldados, e não aos poetas, que podemos falar em público. É graças aos soldados, e não aos professores, que existe liberdade de ensino. É graças aos soldados, e não aos advogados, que existe o direito a um julgamento justo. É graças aos soldados, e não aos políticos, que podemos votar…”  “Barac Obama.”

Members of the army take part at Brazil's Independence Day parade in Brasilia, Brazil, Tuesday, Sept. 7, 2010. Brazil is celebrating 188 years of Independence. (AP Photo/Eraldo Peres)

Hoje, 25 de agosto  é Dia do Soldado.
Feliz da nação que conhece a sua história, que pensa e que sabe reverenciar os seus heróis.  É bem verdade que a única guerra convencional de que o Brasil participou foi a Guerra do Paraguai, também chamada diplomaticamente de Guerra da Tríplice Aliança. Mas é incontestável o zelo das FFAA para com os valores da liberdade e da democracia. Foram elas que proclamaram a nossa República, foram elas que não permitiram que as ideias nazistas e fascistas criassem raízes na nossa Pátria, foram elas que apoiaram eleições para presidente após a morte de Getúlio, e também foi graças às nossas Forças Armadas que o terrorismo e a guerrilha do Araguaia foram exterminados. E mesmo estando no poder, já admitiam a possibilidade de eleições gerais logo após a saída de Castelo Branco. O destino assim não quis, porque o que estava em jogo era a nossa liberdade,  a nossa soberania e a nossa Democracia. Não fosse a ação firme do Exército Brasileiro, estaríamos certamente como a Colômbia, que hoje tem que negociar e fazer concessões aos terroristas que ao longo de mais de 50 anos mataram mais de 200 mil pessoas. Todo soldado que vai para a guerra sabe que jurou morrer pela Pátria se assim for preciso e que está ali defendendo não só a sua própria vida mas a vida de milhões de pessoas e até de futuras gerações. Numa guerra sabemos que, embora hajam regras de combate, o conceito de violência é relativizado em função do bem maior que está jogo. É preciso evitar um mal maior. Pensando assim, que são 350 mortos diante do país livre e soberano que temos hoje? Nesse sentido, esses também morreram pela Pátria mesmo defendendo uma ideologia suicida, que muitos ainda hoje, contaminados pela cegueira, insistem em defender.
Salve o soldado brasileiro!
Salve as nossas FFAA.

 

Fonte : Josafat Castanho – Cap. EB.

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